MOISÉS DINIZ 65789


DEUS É PAI

Eu tinha decidido não escrever mais durante esses últimos dias de campanha, até porque o tempo urge. Mas, vejam só o que aconteceu!

Hoje eu gastei um tempo precioso para garantir a legalidade do meu deslocamento para Tarauacá, aonde participarei de um comício da Frente Popular nesta sexta-feira, 10. Assinei um cheque de 590,00 (quinhentos e noventa reais), correspondente a duas passagens, uma no trecho Rio Branco - Tarauacá e outra no trecho Cruzeiro do Sul - Rio Branco.

Como tenho que retornar no Domingo e nesse dia não tem vôo de Tarauacá para Rio Branco, terei que pegar um carro e me deslocar para Cruzeiro do Sul. Além de assinar o cheque, com cópias para prestação de conta, ainda tive que assinar um contrato com a empresa que comprou as passagens. Observe quanto trabalho para fazer a campanha dentro da lei.

Enquanto isso, um criminoso transportava quase MEIO MILHÃO DE REAIS para ser utilizado, com certeza, na compra de votos.

Meus parabéns  à Polícia Federal e a todos que estão se dedicando a rastrear esses maus elementos da política. Parabéns ao TRE e à sua equipe de funcionários que está agindo com patriotismo! 

Deus é pai!



Escrito por Moisés Diniz às 22h43
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A Laura organizou uma política

sólida de inclusão social

A Secretária de Defesa Social, Laura Okamura, tem sofrido duros ataques na Assembléia Legislativa por parte de deputados da oposição. Atualmente sofre a dor de mãe com a morte do filho mais novo.

Laura Okamura organizou o maior e mais eficiente sistema de inclusão social da região norte. Diferente da velha tradição de tratar os mais pobres com políticas assistenciais, transitórias e muitas vezes desrespeitosas, agora o modelo é outro.

O programa comandado por Laura Okamura vai atravessar o governo Binho e se tornar visível nos próximos anos. Apenas em atividades sócio-produtivas, Laura Okamura captou quase cinquenta milhões de reais. São recursos que começam a entrar na economia do Acre para ajudar os mais pobres.

A grande novidade está no modelo. Os projetos contemplam cooperativas de trabalhadores, associações de todas as áreas, sindicatos e igrejas. Vai da cooperativa de ribeirinhos, passando pela aldeia indígena, até atingir entidades que trabalham com portadores de necessidades especiais, de câncer, com idosos, crianças.

A vantagem está na organização do projeto, que vai desde o treinamento dos trabalhadores envolvidos à aquisição de equipamentos e insumos. Os projetos têm duração de vários anos, até a própria comunidade se consolidar e aprender a manipular o mercado, gerando emprego, renda e dignidade.

O trabalho de Laura Okamura está apenas começando. Milhares de acreanos pobres serão beneficiados pelo trabalho silencioso e eficiente de Laura Okamura.

A minha solidariedariedade à doutora Laura.

 

 



Escrito por Moisés Diniz às 22h32
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A opressão do silêncio

Eu nunca me senti tão incomodado como estou nesta eleição. Acostumado a lutar pelo voto, fazendo uma disputa aberta com os adversários, eu não sei aonde eles estão.

Os bairros estão silenciosos e os candidatos se movimentam como se o TRE fosse o Santo Ofício à caça de bruxas da Idade Média. O silêncio me oprime!

Sinto falta dos grandes comícios nos bairros, dos comícios-relâmpagos, dos enfrentamentos de militância. Essa eleição parece carro de som passando em frente de velório.

A oposição já jogou a toalha e isso facilita a guerra surda entre os candidatos proporcionais. Quando todo mundo quer se salvar, o debate de idéias fica em segundo plano. Isso é uma tragédia!

Para combater a injustiça de um candidato rico, que contratava Amado Batista, a nova lei eleitoral me proíbe de levar ao bairro, ao seringal, um cantor da terra, que dava vida à campanha e fustigava o silêncio e a apatia.

Deveriam ter disciplinado o valor de quanto cada candidato poderia gastar com músicos. Proibiram tudo, mas não fizeram nenhuma represa no rio para segurar as garoupas.

Proibiram camisetas (deveriam ter disciplinado a quantidade por candidato), mas deixam soltas as onças.

Esse silêncio prejudica a democracia e favorece o crime que, em todas as suas formas, age sem barulho e na sombra, sempre a mais vil.

Esse silêncio me oprime!

 

 

 



Escrito por Moisés Diniz às 23h17
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DIA DOS PAIS

Desde sexta-feira viajando em pequenos aviões, carros e barcos pelos céus, estradas e rios de Cruzeiro do Sul, Jordão e Tarauacá, retornei a noite para Rio Branco. O Dia dos Pais eu passei entre os meus velhos amigos de Tarauacá. Batista, Sidenir, Manoel Monteiro, Erismar, Marlindo... E reencontrei, nas margens do rio Tauari, quase todos os personagens do meu livro O Santo de Deus.

Com um dia de atraso, eu publico, em homenagem ao meu velho pai, a todos os pais da Amazônia, aos lutadores do povo, aos brabos, uma poesia intitulada:

PANEMA 

 

 



Escrito por Moisés Diniz às 09h03
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PARABÉNS, TUPANIR!

A Escola Tupanir Gaudêncio, de Tarauacá, foi a segunda colocada no Prêmio de Gestão da SEE. Devido a legislação eleitoral, não pude estar presente. Fica o meu abraço aos Trabalhadores em Educação de nossa combativa escola, que fez bonito, enfrentou a estrada e levou a vitória.

 

 

 



Escrito por Moisés Diniz às 09h17
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Entre a realidade e a utopia

 UM OUTRO OLHAR SOBRE MARINA



Escrito por Moisés Diniz às 14h20
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SOB O OLHAR DO BRASIL

Acre pobre e rural resiste a Marina

 



Escrito por Moisés Diniz às 09h05
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PSICOPATAS DE TURBANTE

Os muçulmanos traçam sua descendência através de Ismael, o filho 'ilegítimo' de Abraão com Agar, a escrava. Apesar disso, condenam à morte as mulheres que cometem adultério.

A iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani foi condenada à morte por psicopatas vestidos de turbantes e que usam o sagrado nome de Alah.

Nosso total repúdio e nenhuma contemporização com a falácia de que devemos respeitar a decisão dos aitolás iranianos porque é uma questão de fé. Conversa fiada! Isso é obscurantismo religioso e pornografia jurídica!

Essas decisões religiosas, protegidas por seus líderes políticos, isolam cada vez mais o Irã e deixam em campo aberto os seus aliados no Ocidente.

Toda nossa solidariedade a Sakineh Mohammadi Ashtiani e nosso repúdio aos psicopatas que ultrajam e pervertem o Al Corão.

 



Escrito por Moisés Diniz às 22h43
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COISAS SIMPLES E ESSENCIAIS

Hoje eu participei de algumas reuniões com setores diversos da sociedade. Pastores evangélicos, empresários, policiais e moradores de um bairro pobre. Reuniões distintas e sonhos distintos. Roupas e sapatos distintos.

A sociedade que se dividiu em castas, em classes e credos, em etnias  e até em lugares distintos para viver. Linguagem distinta. Olhares de angústia e de espera. Mundos terrivelmente opostos. Todos no mesmo barco, acreditando que a ilha da chegada será de todos, que os políticos são iguais como os grãos de areia da praia.

Naquele bairro pobre eu aprendi mais do que na minha augusta faculdade, na minha tribuna e nas minhas cansativas reuniões. Os doutores que me ensinam pelos jornais e pelos livros didáticos ainda não fizeram o pré-escolar da faculdade daquela gente brava e resistente.

Hoje naquele bairro eu aprendi que a humanidade é uma conquista dos bravos, mas também dos puros de coração. Que a vida só tem sentido se for vivida com o coração despreendido e as mãos abertas. Que o nosso tempo só terá serventia se fizer parte do tempo dos outros, especialmente daqueles que se perdem no anonimato das dificuldades da vida.

Vou dormir hoje com os meus anjos mais fortalecidos do que os meus lobos, mas ainda com o coração em busca de um lugar onde possa respirar em paz, junto aos meus irmãos.

Uma ponte frágil entre os problemas do povo e as nossas convicções.

 



Escrito por Moisés Diniz às 23h20
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COMO MELHORAR A SEGURANÇA PÚBLICA?

Neste espaço nós queremos debater idéias para o Acre. Você pode contribuir com comentários ou enviando sugestões, questionamentos para moisesdiniz.acre@gmail.com.

Hoje nós apresentamos, em linhas gerais, o que a Frente Popular já realizou nesses 12 anos em duas áreas essenciais (segurança e saúde) e abrimos o debate sobre o que pode e deve ser feito na área da SEGURANÇA PÚBLICA.

Participe!

 

 



Escrito por Moisés Diniz às 19h27
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A HUMILDADE É UM ATRIBUTO NOBRE

No longínquo ano dessa foto, 1988, quando eu conquistei honrosos 55 votos para Vereador em Tarauacá, os donos da cidade tratavam os comunistas à ferro e fogo.

 

Era um tempo duro, quase de chumbo.

 

Mas, como um curso intensivo, esse tempo nos ensinou a maleabilidade e a tolerância. E a respeitar sempre o contraditório.

 

Como a água, podemos fluir para as várzeas, para não sermos sufocados pelos barrancos. Outras vezes, quando a conjuntura permite e o tempo exige, quebrar os próprios barrancos.

 

Ser a chuva que fertiliza a plantação, tempestade que destrói, evaporar e voltar de novo como chuva, como medo ou como bênção.

 

Aquele tempo de guerra nos ensinou a ser como a água, que flui, destrói, alimenta, fertiliza, amedronta, muda de forma com o mesmo conteúdo.

 

Como a água, aprendemos a sobreviver, a nos desviar dos troncos no meio do rio, a ser leve e sólido.

 

Toda foto é um mundo para admirar, abraçar ou destruir.

Nesta eleição de 2010, disputando o terceiro mandato de deputado estadual, quero aprender com as dificuldades de 1988, para não subir no salto alto e ser pego de surpresa.

Farei uma campanha calçado nas sandálias da humildade.

 



Escrito por Moisés Diniz às 23h20
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NOSSA DEFESA DO NOSSO GOVERNO

Defender o Governo de Binho Marques foi a tarefa que a Frente Popular me deu. Procurei honrar essa tarefa. Cuidei do governo que o povo acreano escolheu. Fui amplo e respeitoso com a oposição, mas não deixei nenhuma crítica sem resposta. Fui duro quando a situação exigiu.

Como candidato a deputado estadual, postulando o terceiro mandato, utilizo uma bandeira que representa o meu cotidiano como líder do governo na Assembléia Legislativa: a defesa do nosso governo.

Nosso mandato não foi partidário ou de grupo. Defendemos o governo e as suas conquistas para todos. Que o Acre continue sendo de todos e governado pela Frente Popular!

A partir de hoje utilizarei esse espaço para defender e debater idéias para o Acre. Não fareu uma campanha de bastidores. Vou dialogar com o povo do Acre sobre os imensos desafios que a história lhe reserva e as inestimáveis conquistas que o espera.

Defenderei as minhas idéias da mesma forma que defendo o governo de Binho Marques, de forma clara, corajosa, compartilhada, respeitosa e com o coração de professor.



Escrito por Moisés Diniz às 22h41
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